sexta-feira, 27 de março de 2009

Uma boa pedida




Bom, estava eu caçando uma boa leitura pela net, e achei dois livros que me agradaram:


_ A menina que roubava livros;
_ Crepúsculo.



Pensei, vou ler primeiro A Menina que roubava livros e depois Crepúsculo. E assim o fiz, fiquei três dias em transe pelo conteúdo de A menina que roubava livros, e quando terminei a leitura, me ocorreu que decididamente nenhum livro o superaria, mas resolvi começar a ler assim mesmo Crepúsculo, já prevendo que nenhum livro chegaria aos pés do primeiro.

Enganei-me totalmente, fiquei uma semana frustrada por não conseguir ler toda série o mais rápido possível, desejava ter superpoderes para poder ler a saga toda em um dia.

Foi uma semana em que fiquei totalmente obcecada pela série, e finalmente quando terminei me vi apaixonada pelo Edward. (suspiros)

A partir daí me tornei obcecada pela série, fucei cada canto do orkut, pelas imagens do filme que álias, ainda não vi. Maldito dia foi aquele em que decide não assistir crepúsculo no cinema, pois achava que se tratava de mais uma historia de vampiros batida!


Algumas considerações quanto aos livros:

  • Primeiro Crepúsculo:

Eu sei que o estilo literário da Stephenie Meyer não é rico, culto ou mesmo “cult”, mas ela é atual, doce e em alguns aspectos inspiradora, posso até dizer que ela chega a ser piegas, mas ao se ler toda a saga, percebo bem o que realmente falta na juventude de hoje que é justamente a aspiração em ser piegas sem intenção, ser antigo ou até mesmo romântico.

Este livro alcança bem o seu público “o jovem atual”, e faz bem o seu papel, não chega a ser uma injeção na veia de cultura, mas ele instiga a leitura e planta nas mentes o desejo pela mesma, que aliais já tinha sido morto e enterrado por esta geração há muito tempo.

  • A Menina que Roubava livros:

Não preciso defender este livro, ele por si só é um evento na vida de qualquer um! Portanto LEIA!



______



Então pare de teclar freneticamente no msn e orkut dê uma lida nestes dois livros, não dói, eu prometo!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Atitudes

1) Em benefício próprio;


2) Sem motivo aparente;



3) Por prazer;




4) Pela Arte;


terça-feira, 10 de março de 2009

A pior vaca de todas


Como a vida nos prega peças.

O dia estava ensolarado as 08h00min da madrugada, era só colocar o braço em busca de um raio de sol e você já sentia um gosto seco de areia na boca.

Sem pensar em meus próprios compromissos para este dia minha mãe mandou pediu que fosse ao banco por ela, (minha mãe já previa que a soma adolescente + dia de sol + falta do que fazer não dava em boa coisa e resolveu me ocupar de algo responsável). Vocês lembram bem de como se ia a um banco antigamente, você perdia meio dia de trabalho ou não, e se esvaia da pouca paciência humana.

Chegando lá o mesmo de sempre filas sem fim, caixas extremamente depressivos e mal educados, pessoas agradáveis, pessoas desagradáveis (geralmente as que furavam as filas) e aquelas que ameaçavam sua saúde mental e física.

Eu mencionei que fui ao banco sem tomar café, e não tinha jantado? Mas lá estava eu atrás de um ser sem luz estritamente violento ao meu olfato.

O tempo se arrastava e nos movimentávamos como bois para o matadouro. Eu já não aguentava mais aquele insuportável cheiro, tudo rodava, parecia que eu não chegaria nunca ao meu destino fatal, estava indo a nocaute ali mesmo no meio da fila, eu era a pior vaca de todas e teria que ser abatida ali mesmo.

O cheiro era uma mistura de chulé, cecê, cocô de cavalo e vômito de bebê.

Já não me aguentava em pé, me equilibrava sobre eles com dificuldade, me desequilibrei pra frente e pra trás, e vi tudo escuro.

...

Quando finalmente senti o ambiente a minha volta,um cheiro forte de álcool me pegou, estava zonza, mas acordando, percebi que tinham me colocado em uma cadeira, pude ouvir alguém sussurrando:

_Dêem espaço pra ela respirar, ela está acordando.

Depois da linha branca e mancha de cores uniformes finalmente vi rostos, uma senhora segurava um pedaço de algodão, embebido em álcool e passava sobre minha testa e perguntava insistentemente se eu estava realmente bem, quando finalmente recobrei meu senso de orientação pude responder com um tímido sim com a cabeça, mas não foi o suficiente pra ela que não deixou levantar, me senti fraca, meus membros pesados meus sentidos atrasados, mas pude ouvir claramente duas pessoas murmurando maldosamente:

_ Ela deve estar grávida!
_ Quem diria hein!

Como assim? Grávida aos 15 anos? E ainda por cima virgem!

Eu estava fora de mim, mas não suficiente para pensar que era a Virgem Maria. Alguns minutos passados minha mãe já tinha sido avisada e já estava a minha frente consternada com a situação em que me encontrava sua filha, minha mãe nessa época nunca fora doce ou aberta a diálogos, mas sempre fora prestativa e superprotetora.

Cidade pequena, todos conhecidos, tudo perto e muito fofoca. Foi assim, por este motivo ignóbil que minha reputação tinha sido manchada, não que eu ao menos soubesse que tinha uma reputação a zelar eu realmente nem me importava com ela, sempre fingi ser aquém a essas tolices de comportamentos sócio-educativos altamente convidativos, mas isso realmente quebrou um pouco minha fachada inatingível.

Por que um Filha da puta não pode simplesmente pensar que o motivo de teu súbito mal estar, pode ser pelo fato de você estar a 12 horas de jejum involuntário na fila de um banco?

Pra completar ao chegar em casa ainda tenho que agüentar o questionário intimidador de minha mãe que em meio às perguntas óbvias de preocupação com meu bem estar ela não se conteve e me perguntou:

_ Você tem certeza que não está grávida? Não minta pra mim!

Ninguém é digno de confiança não é mesmo? Comigo não seria diferente porem eu fiz questão de lembrá-la que para isso acontecer eu precisava de um espécime masculino para a copula, e nessa época eu ficava longe deles, já tinha problemas demais para uma garota de 15.

Uma garota de 15 que pensa ter problemas sérios!?

Acorda Alice!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Errar é divino




Enche o saco ter que admitir meus erros.

Ainda não tenho certeza se a frase acima é uma afirmação, tenho um sério problema em admitir minhas falhas, ainda não descobri o porquê de minha soberba atitude frente às adversidades causadas por meu próprio ser, tenho consciência de que não me comporto como a escória da sociedade ao contrário, busco seguir o melhor modelo de civilidade possível, mas caralho tenho o direito de errar e como cristã tenho o direito ao perdão.

Não estou levantando a bandeira dos inconseqüentes, não me entenda mal, só estou tentando dizer que a ordem dos fatores (ás vezes) altera o produto, quem nunca errou tentando acertar? No meu caso minhas intenções na maioria (maioria = nem todas) eram boas, mas de boas intenções o inferno está cheio.

Recordo dos motivos da primeira vez que reconheci um erro, foi difícil, mas sabia que tinha pisado na bola e prometia sair daquela situação mais madura.

Já disse a você que sou uma otária otimista? Provavelmente não, onde já se viu recompensa por tentar concertar um erro, que primário pensar assim! E, deveria ter me lembrado que não sou nem um pouco altruísta, sempre priorizo minhas necessidades e mesmo pensando em outra pessoa acabei arranjando um meio de me beneficiar da situação. Sendo assim não fiz nada mais que minha obrigação. Diga-me como contornar uma situação em que você retrocede do estado de humano para ameba e depois de tentar remediar um erro pula para um nível um pouco mais complexo como um macaco arremessador de merda.

Não quero dar lição de moral pra ninguém, está fora de meu alcance servir de exemplo, mas entenda, o ato de reconhecer suas falhas na teoria deveria nos tornar melhores, contudo é usado como barganha em muitos relacionamentos. Quem nunca ouviu: _ Mas eu reconheci que errei amor. Isso deve contar como alguma coisa me perdoa vai?

Deprimente, que a mente humana seja tão perspicaz a esse ponto, mas não seja capaz de não errar ou pior de não persistir no erro!

Neste ponto você deve estar se perguntando:
_ Por que fazemos isso então?

Respondo:
_Não faço a mínima idéia.

O que você queria? Que passasse a mão em sua linda cabecinha e pesasse cada aspecto bobo de sua imaginativa vidinha?

Faça-me o favor, já faço isso todo santo dia por mim (e não adianta em porra nenhuma) cada um que carregue sua cruz, quer um conselho:

_ Tenha um pingo de amor próprio e uma chuva de decência, quem sabe com isso em mente da próxima vez você acerte sem precisar errar.

E não se esqueça (você que a este ponto já deve estar jogando a primeira pedra) perdoar é divino não é mesmo?

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Inadequadamente Mentirosa




Inadequadamente ando meio antiquada, ainda tenho aspirações de um sonho encantado By Sherek (suspiros)

Parece que é de minha natureza almejar contos de fadas, sonhos, MENTIRAS ... Mentiras?? Meio desencorajador essa linha de raciocínio, mas não consigo pensar na palavra sonho sem lembrar das mentiras verbalizadas, acho deprimente humanamente impossível

Você lembra a última vez que mentiu? Eu lembro, pra ser mais exata deve ter sido há 5 minutos.

...

A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis ambos significando a representação de um ator, atuação, fingimento (no sentido artístico). Essa palavra passou, mais tarde, a designar moralmente pessoas que representam, que fingem comportamentos.

Um exemplo clássico de ato hipócrita é denunciar alguém por realizar alguma ação enquanto realiza a mesma ação.

O cientista cognitivo Keith Stanovich fez uma carreira do estudo da hipocrisia. Ele a vê como... blá-blá-blá.


Não vou ser hipócrita, como define bem a Wikipédia acima, eu minto, estou mentindo agora mesmo fingindo que escrevo um texto bom a vocês, é tão perturbador mentir, é tão doce se ouvir uma mentira e tão devastador descobri - lá. Tudo seria mais fácil se fôssemos mais sinceros uns com os outros, a incapacidade de conviver harmoniosamente com as pessoas nos leva a mentir ou o contrário?

As razões, fator importante para compreensão, são sempre as mesmas, são sempre iguais, e vão desde a descoberta de um novo amor a ter que mentir sobre seu atraso no trabalho. Se você chega ao ponto de querer saber sobre elas, praticamente já perdoou alguém. Se a razão, por ter mentindo, é fútil ou caso nem mesmo tenha razão, minta sobre ela também, faça seu erro valer a pena.


Ah, já ia esquecendo o motivo de estar antiquada, mas não fui realmente sincera com vocês não estou me sentindo antiquada, na realidade não me sinto muito diferente de ontem, ando caçando a próxima mentira que vai desestruturar meu mundo.


"A mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer." (Mario Quintana)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Vivendo em uma Bolha



Tenho que falar estou vivendo em uma bolha, não faço isso propositalmente, mas a TV fechada proporciona isso e vamos ser realistas os filhos também. São horas intermináveis de uma sessão de tortura regada a Xuxa, Discovery kids, Backyardigans, Padrinhos Mágicos, Bob Esponja, AHHHHH! É de enlouquecer.

Quando pequena sempre via muita televisão na verdade a TV foi uma segunda mãe em minha vida, passava horas digerindo todo o conhecimento desnecessário para minha infância e posteriormente vida adulta. Naquele tempo só víamos pessoas rebolativas no Programa do Chacrinha e mais tarde na Banheira do GUGU. Na verdade a Televisão era pouco culpada pelos erros de um individuo (coisa que hoje em dia é tão comum). Atualmente a culpa é sempre das más companhias, do vizinho, dos seus Pais, da Tv do Presidente do Caralho a Quatro. Ainda lembro de um tempo onde éramos totalmente responsáveis por nossos atos e o sermão de minha mãe em “dias de bunda vermelha” não me sai da cabeça:

_ “Faço isso por você, porque depois que estiver grande, não quero você me culpando dizendo que não te mostrei a verdade sobre as coisas.”


Naquela época, eu tinha tanta raiva quando ela começava a falar que pedia aos céus por uma experiência fora do corpo, hoje percebo o valor das sabias palavras de minha mãe, na verdade não tenho o que me queixar dela, apesar de seus métodos bem doloridos, me pego tentando ser pra minha filha metade do que minha mãe é pra mim.


Algumas vezes me vejo totalmente desorientada, me pergunto se estou educando direito, se participo efetivamente como deveria, meu desejo é proporcionar todo aquele ambiente infantil sem adultos bêbados, sem bundas rebolativas, sem a valorização do vulgar, sem meninas de 7 anos vestidas como mulheres... Quero profundamente que ela seja criança até onde puder, sei que não é fácil, mas devo ao menos tentar. E aguardo ansiosa pelo dia em que citarei para minha filha as sábias palavras de minha mãe, e espero que o ciclo continue!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Dicionário Masculino e Feminino








Masculino:


Estou com fome
Tradução: Estou com fome.

Estou com sono
Tradução: Estou com sono.

Estou cansado
Tradução: Estou cansado.

Quer ir ao cinema?
Tradução: Gostaria de transar?

Posso te levar para jantar?
Tradução: Gostaria de transar?

Posso te ligar?
Tradução: Gostaria de transar?

Quer dançar comigo?
Tradução: Gostaria de transar?

Bonito vestido!
Tradução: Que decote! Gostaria de transar?

Você parece tensa, deixe-me fazer uma massagem
Tradução: Gostaria de transar?

Estou chateado
Tradução: Quer transar?

Eu te amo
Tradução: Quero transar agora.

Vamos conversar
Tradução: Estou querendo mostrar como sou uma pessoa sensível e, por isso, talvez você queira transar comigo.

Quer casar comigo?
Tradução: Não quero que você transe com outros.

Gostei mais desse
Tradução: Pegue qualquer vestido e vamos transar logo.

Feminino:

Sim
Tradução: Não.

Não
Tradução: Sim.

Não sei
Tradução: sim

Talvez
Tradução: Não.

Sinto muito
Tradução: Vai ser como eu quero.

Nós queremos
Tradução: EU quero.

Faça como quiser
Tradução: Você vai pagar muito caro por isso.

Precisamos conversar
Tradução: Quero me queixar de você.

Vá em frente
Tradução: Não quero que você vá.

Não estou chateada
Tradução: Lógico que eu estou chateada.

Seja romântico, apague as luzes
Tradução: Estou me sentindo gorda.

Esta cozinha é meio desajeitada
Tradução: Quero uma casa nova.

Quanto que você me ama?
Tradução: Eu fiz algo de que você não vai gostar de saber.

Estarei pronta em um minuto
Tradução: Tire os sapatos, escolha um canal de TV e relaxe.

Estou gorda?
Tradução: Diga que eu estou bonita

Você precisa aprender a se comunicar
Tradução: Concorde sempre comigo.

Não estou gritando!
Tradução: Estou berrando!

Texto do Blog Contaoutra